Rancor de um Louco II (ou "I Bleed it out, digging deeper just to throw it away)
Eu te odeio, Ah como
Odeio a sua indecisão
Tua covardia amorosa
Atormentou meu coração
Uma vez te falei, Jasmim,
Que iria te esperar.
Como deves ter rido de mim
Tolo, idiota a sonhar
Enganou-me magistralmente
Com tua mentira fria
Eu, pseudo-poeta demente,
Bato palmas ante tamanha maestria
Fez o que se esperava,
Enganou o tolo poeta
Prometendo o que não dava,
Uma cobra completa
Teu odioso veneno da passividade
Provocava esse impasse
Foi preciso abrir o coração na minha tenra idade
Para que o sangue jorrasse
Com o sangue foi-se o veneno
Os olhos enxergam o real
Teus temores e amor pequeno,
Cobra de picada fatal
Agora te vejo e gargalho
Ante tua face fria e vazia
Teu medo de cometer algum ato falho
E teu amor sem serventia
Ainda a mentir para si, pequena?
Tentando se convencer
Que será feliz, plena,
Que soube escolher?
Covarde, não escolheu nada
Escondida atrás dos “compromissos”
Estás sempre destinada
A amores subimissos.
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domingo, 17 de outubro de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
Rancor de um Louco
Você sabe que é para você =D
Aproveite bem seu poema, já que para romance eu não sirvo.
Rancor de um Louco
Fique com suas certezas
Fique com suas expectativas
Fique feliz onde está
Fique, infeliz, onde está.
Se o que te ofereço é pouco,
Pouca certeza do meu amar,
O amar de um louco,
Não me dirija palavra ou olhar
Não venha chorar de tristeza
Quando teu grande amor acabar
Não olhe para trás, princesa
Quando você não mais o amar
Se olhar, me verá flanando
E rindo da tua incerteza
Rindo, chorando, odiando
Te odiando e amando, princesa
Mas, se por ingenuidade
Vires a mim, em seu tormento
Em busca da tua felicidade
Ah, princesa, eu só lamento
Cuspirei na tua boca sedosa
Arrancarei teu suspiro rouco
Te ensinarei de forma dolorosa
Como é um rancor de um louco
Aproveite bem seu poema, já que para romance eu não sirvo.
Rancor de um Louco
Fique com suas certezas
Fique com suas expectativas
Fique feliz onde está
Fique, infeliz, onde está.
Se o que te ofereço é pouco,
Pouca certeza do meu amar,
O amar de um louco,
Não me dirija palavra ou olhar
Não venha chorar de tristeza
Quando teu grande amor acabar
Não olhe para trás, princesa
Quando você não mais o amar
Se olhar, me verá flanando
E rindo da tua incerteza
Rindo, chorando, odiando
Te odiando e amando, princesa
Mas, se por ingenuidade
Vires a mim, em seu tormento
Em busca da tua felicidade
Ah, princesa, eu só lamento
Cuspirei na tua boca sedosa
Arrancarei teu suspiro rouco
Te ensinarei de forma dolorosa
Como é um rancor de um louco
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